O prova foi disputada no mesmo trajeto em que foi a sexta etapa de 2008. Porém, parecia que o caminho era muito pior.
Fui de carona com a turma da Amazonas, no dia anterior, que me deixou na entrada de Volta Redonda e seguiu pra Resende. Eu fui pedalando até a casa de minha mãe (cerca de 10km). Achei uma boa idéia para soltar um pouco as pernas que só pedalaram 42km durante toda a semana devido a problemas de saúde.
No domingo, pela manhã, fui sozinho para Resende pois o Léo e a Vivi foram de bike para voltar comigo. Ao chegar em Resende, o circo já estava montado para a prova. Ao descer do carro, encontrei um Jipeiro com um adesivo muito legal no seu carango: "O Asfalto não faz falta". Isso ficaria legal em uma camisa, não?!
Chegando lá, encontrei o pessoal de Resende: Fontana, Oton, Alexandre, Fabim, Marcia, Cyntia e etc... Lá estavam também o Daniel e a Andréia que haviam me telefonado minutos antes. Quando comecei o aquecimento, encontrei o Willian, o Hélio e o Wagner. Ao passar perto de dois caras desconhecidos com uniformes da Kraft, fui cumprimentado. Um deles era o lendário Póia que o Alex (Kraft) tando falava.
O Cláudio anunciava que a prova teria início. Felipe e eu conseguimos nos posicionar na primeira fila para a largada. Acho que isso ajudou bastante pois a largada é sempre muito tumultuada e tensa.
Ao término do 8o minuto de prova eu estava péssimo e me perguntava o que estava fazendo ali, mas o corpo foi se aquecendo e eu fui melhorando. Aos poucos fui passando alguns ciclistas mais afoitos que haviam saído na frente. Por volta do 40o km, veio a exaustão e alguns que ficaram pra trás, me alcançaram também.
Pelo caminho encontramos muitas poças que pareciam verdadeiros lagos e sequências de atoleiros. Quando os avistava, fazia o que o instinto mandava e passava a toda por dentro da água/lama, mas este provavelmente foi um grande erro. O problema foi que, a cada mergulho, a corrente era lavada e coberta de arreia, terra e tudo mais que não pode. Conclusão: minha relação ficou estalando ou, como disse um companheiro de pedal, "serrando". Aquela barulheira toda dava pena da bike e, consequentemente, do meu bolso.
Quando pegamos o asfalto novamente, estávamos próximos: uma bike tadem, um ciclista com câmera no capacete e eu. Pedalamos um trecho revesando o "vácuo". Minha relação já estava pedindo "arrego". Quando um arrombado em um Gol preto entrou na nossa frente. Todos frearam forte e chingaram o meliante. Eles voltaram ao ritmo, mas eu não tinha mais pernas nem relação pra isso e deixei eles escaparem.
Terminei em 19o na categoria SUB 35 e os números da prova foram: d = 52,45 km t = 2:39:09 Av = 19,7 km/h Mx = 60 km/h *
*Acredito que tenha ocorrido algum problema no marcador devido á trepidação e, por isso, a velocidade máxima tenha sido bem inferior à aferida.
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Oton
Daniel
Andréia
Vitor
Willian
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Largada
Felipe
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Técnica para alcançar a turma
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Oton
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XTC rosa
Hélio
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deja vu
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Alarico
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Alarico
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